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MotoGP no Brasil: Horários, previsão do tempo e onde assistir a sexta-feira

Categoria rainha da motovelocidade chega a Goiânia

MotoGP no Brasil: Horários, previsão do tempo e onde assistir a sexta-feira

MotoGP pousou no Brasil para mais um fim de semana de corrida, dessa vez, em Goiânia. Diogo Moreira corre pela primeira vez em casa, além do público poder assistir ao vivo à categoria depois de 22 anos.

Mas você sabe como estarão as condições climáticas em Goiânia durante as sessões desta sexta-feira, primeiro dia de atividades do GP do Brasil de MotoGP? Vale destacar que a capital goiana está sob alerta de tempestades desde a última segunda-feira e há 81% de chance de chuva prevista para esta sexta-feira, segundo o Climatempo. O treno livre 1 da MotoGP está programado para às 11h05min e o treino livre 2 às 15h20min. A temperatura máxima será de 27ºC e a mínima 20ºC, com probabilidade de pancadas de chuva durante todo o dia, as quais serão mais fortes pela tarde. 

Horários da MotoGP no Brasil :

Horários da Moto2 e Moto3:

Histórico, pista, pilotos: tudo sobre o GP do Brasil de MotoGP

Depois de 22 anos, a MotoGP está de volta ao Brasil, com o Autódromo Ayrton Senna sediando o segundo GP de 2026

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Nas últimas décadas, a MotoGP fez várias tentativas para retornar ao Brasil, mas todas elas acabaram não dando certo. Isso mudou há 16 meses, quando a promotora MotoGP Sports Entertainment Group, antiga Dorna, fechou um acordo com a Brazil Motorsport — a mesma empresa que organiza o GP de São Paulo de Fórmula 1. Com esse acordo, o retorno do GP do Brasil se tornou realidade. O evento está programado para os próximos cinco anos no calendário da MotoGP, e o Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, será o palco da corrida.

Com isso, o ciclo se fecha para o circuito no estado de Goiás, pois esta será sua segunda passagem pelo calendário do Campeonato Mundial de Motovelocidade. Em 1987, Goiânia foi o local onde se disputou o primeiro GP do Brasil, com Wayne Gardner como vencedor na categoria 500cc. Também em 1988 e 1989 houve corridas no Autódromo Internacional Ayrton Senna, antes que a edição de 1990 fosse cancelada devido a problemas organizacionais. Com esse acordo, o retorno do GP do Brasil se tornou realidade. O Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, será o palco da corrida. Com isso, o ciclo se fecha para o circuito no estado de Goiás, pois esta será sua segunda passagem pelo calendário do Campeonato Mundial de Motovelocidade. Em 1987, Goiânia foi o local onde se disputou o primeiro GP do Brasil, com Wayne Gardner como vencedor na categoria 500cc. Também em 1988 e 1989 houve corridas no Autódromo Internacional Ayrton Senna, antes que a edição de 1990 fosse cancelada devido a problemas organizacionais.Em 1991, o GP do Brasil também foi cancelado, desta vez devido a preocupações com a segurança, para retornar ao calendário em 1992. Desta vez, o Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, foi o anfitrião, algo que se deveu, em parte, ao envolvimento do ex-chefe da F1, Bernie Ecclestone, na categoria rainha.

A visita a Interlagos foi única e só em 1995 a categoria voltou ao Brasil. O GP do Rio de Janeiro foi disputado no Autódromo Internacional Nelson Piquet e, com exceção de 1998, esteve no calendário todos os anos até 2004. Depois disso, demorou muito tempo até que o esporte voltasse ao país, mas neste fim de semana finalmente chegou a hora.

Características do circuito

Para a primeira corrida no Brasil em 22 anos, a MotoGP retorna ao circuito onde tudo começou em 1987. O Autódromo Internacional Ayrton Senna tem apenas 3,835 km de extensão, o que o torna o segundo circuito mais curto do calendário de 2026. Apenas o Sachsenring, sede do GP da Alemanha, é um pouco mais curto, com 3,671 km.

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Em termos de traçado, o circuito de Goiânia é praticamente o oposto do Sachsenring. Enquanto a pista alemã tem dez curvas à esquerda e apenas três à direita, a situação em Goiânia é completamente diferente, com nove curvas à direita e apenas cinco à esquerda. Também chama a atenção que o circuito, entre as curvas 11 e 4, tenha exclusivamente curvas à direita. Os pilotos precisam, portanto, ter cuidado, pois o lado esquerdo dos pneus fica frio assim que chegam à curva 5.

À primeira vista, o traçado não parece necessariamente favorecer Marc Márquez. O atual campeão mundial é praticamente imbatível em circuitos com muitas curvas à esquerda — e que, portanto, seguem no sentido anti-horário. Com apenas cinco curvas à esquerda, há poucas oportunidades para Márquez fazer a diferença em seu ponto forte.

Reforma milionária

O Autódromo Internacional Ayrton Senna mantém exatamente o mesmo traçado das visitas da MotoGP no final dos anos 80. No entanto, a Brazil Motorsport teve que tomar as medidas necessárias para que o circuito atendesse aos rigorosos requisitos da FIM. Por esse motivo, foi feito um investimento de 55 milhões de reais para melhorar as instalações.

Na prática, isso significa que todo o circuito foi repavimentado. Além disso, os boxes, o paddock e o centro médico foram modernizados, e foi instalado um novo sistema elétrico para a direção da prova. A Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) já concedeu a Goiânia uma homologação nacional, após a realização de um grande evento nacional sem problemas. A aprovação final da FIM é, por isso, vista como uma formalidade.

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Com Diogo Moreira, um brasileiro estará na largada da corrida de MotoGP em Goiânia.

Pilotos ‘da casa’

O que está claro, de qualquer forma, é que todos os pilotos da MotoGP começam do zero neste fim de semana, pois Goiânia é um circuito novo para todos. No entanto, alguns pilotos já deram uma volta no ano passado durante uma visita relâmpago entre os GPs da Argentina e dos Estados Unidos. Luca Marini, Diogo Moreira e Franco Morbidelli marcaram presença na ocasião.

Para Moreira, o GP do Brasil promete ser um evento especial, pois é a primeira vez que ele aparece na largada de uma corrida em casa. O piloto de 21 anos da Honda LCR é natural de Guarulhos (SP) e disputará a segunda corrida da carreira na MotoGP diante de seu público. Para Franco Morbidelli, também é uma corrida em casa. O piloto da VR46 corre com uma licença italiana, mas tem mãe brasileira.

Por : Paula Carvalho

Fonte : Motorsport

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