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Virada Cultural 2026: onde comer e beber entre um show e outro

A maior maratona cultural gratuita do país acontece neste fim de semana em São Paulo e preparamos um guia com bares e restaurantes que funcionam até mais tarde no centro e proximidades

a Virada Cultural de São Paulo e com ela aquele fim de semana em que ninguém quer perder nada. hoje dia 23 e 24 de maio, o centro histórico vira epicentro de uma série de shows no Vale do Anhangabaú, que reúne Péricles, Luísa Sonza, Manu Chao, Marina Sena, Seu Jorge Alexandre Pires entre sábado e domingo. Além disso, a programação transborda para a Avenida Paulista, onde o MASP abre as portas em regime de 24 horas pela primeira vez em quase 80 anos, com performances no Vão Livre, e espaços como o Sesc Paulista, a Casa das Rosas e o Instituto Moreira Salles entram no circuito. Para repor as energias ou simplesmente sentir a cidade pulsando pelas ruas, selecionamos bares e restaurantes do centro e proximidades que ficam abertos até mais tarde durante toda a maratona.

Bar Guanabara

Bar Guanabara — Foto: Instagram
Bar Guanabara

Nos 115 anos do bar mais antigo de São Paulo, a Virada Cultural cai como uma luva. Instalado na Av. São João, a poucos passos do Palco Anhangabaú, o Guanabara funciona durante os dois dias do evento com cardápio completo até as 19h, com Filé à Parmegiana, Filé à Oswaldo Aranha e a famosa Coxa Creme. Depois dos shows de Péricles e Luísa Sonza, o serviço de bar segue até meia-noite com coquetéis, drinks e chope gelado. Na virada para o domingo, quando Manu Chao sobe ao palco do Anhangabaú às 0h30, a festa continua no espaço anexo Prainha do Vale com o DJ Alex Peterka. A noite também marca a inauguração da iluminação da fachada do Edifício Baraúna, patrimônio histórico tombado em 1992 que abriga o bar no térreo.

Av. São João, 128. Salão até 19h; bar até meia-noite; Prainha do Vale após meia-noite.

Bar Brahma

Bar Brahma — Foto: Divulgação
Bar Brahma

Na esquina da Ipiranga com a São João, cartão-postal que virou canção, o Bar Brahma é o ponto de apoio mais natural para quem circula entre os palcos do centro. Música ao vivo, cardápio farto de clássicos e posição geográfica imbatível. O Filé à Parmegiana (R$ 86), empanado e coberto com molho de tomate artesanal e muçarela gratinada, acompanhado de arroz e fritas, é o prato certo para repor energia. Para beber, a CaipiSampa com cachaça, xarope de rapadura, misto de limão e rapadura (R$ 42) é escolha certeira.

Av. São João, 677. Segunda a quarta até 1h; quinta a sábado até 2h; domingo até meia-noite.

Café Girondino

Café Girondino — Foto: Divulgação
Café Girondino

Essa é para quem varou a madrugada na rua. Clássico do Triângulo Histórico e a poucos metros do Anhangabaú, o Girondino é parada certa para quem precisa de um intervalo com substância. O brunch disponível aos sábados e domingos reúne ovos mexidos, bacon, mix de pães, salada de frutas, muffins, iogurte, geleia da casa e café em versão individual (R$ 79) ou para dois (R$ 150).

Rua Boa Vista, 365. terça a sábado até 20h; domingo até 16h.

Orfeu

Orfeu — Foto: Divulgação
Orfeu

No Edifício Itália, com vista privilegiada do centro, o Orfeu aposta em cozinha brasileira moderna e drinks autorais. O Croquete de Carne Seca com Abóbora (R$ 51) e a Parmegiana de Filé Mignon (R$ 79) são pedidas certeiras para compartilhar. Na carta de drinques, o Canto de Ossanha com cachaça envelhecida em carvalho, mel com gengibre e limão (R$ 33) acompanha bem qualquer pausa na programação.

Av. Ipiranga, 318. Segunda a quarta até meia-noite; quinta e domingo até 1h; sexta e sábado até 2h.

Bar dos Arcos

Bar dos Arcos — Foto: Divulgação
Bar dos Arcos

Instalado na estrutura centenária que abrigava os antigos dutos de ventilação do Theatro Municipal, com cantaria de pedra e alvenaria de tijolo, o Bar dos Arcos é a parada mais singular da noite. A carta de drinks é assinada pela bartender argentina Chula, e os petiscos para compartilhar ficam por conta do chef Rodrigo Augusto, ex-Mocotó. No fim de semana da Virada, o Theatro Municipal abre 24 horas com programação especial, e o bar acompanha o ritmo.

Praça Ramos de Azevedo, s/n, subsolo do Theatro Municipal. Terça e quarta até 1h; quinta e sexta até 2h; sábado até 3h.

Riviera Bar

Riviera Bar — Foto: Divulgação
Riviera Bar

Para quem não quer nem pensar em horário de fechamento, o Riviera resolve: aberto 24 horas na Av. Paulista, é parada estratégica tanto para quem vai curtir os shows do Anhangabaú até de madrugada quanto para quem quer começar cedo no domingo com Marina Sena e Seu Jorge. O Akakor (R$ 39), com pisco de pimenta de cheiro, tucupi, mel e gengibre, é o drinque da casa. O steak tartare com batatas rústicas (R$ 64) dá energia para seguir no ritmo da maratona.

Av. Paulista, 2.584. Aberto 24 horas.

Sancho Bar y Tapas

Sancho Bar Y Tapas — Foto: Divulgação
Sancho Bar Y Tapas

Para quem quer uma pausa diferente no meio da maratona, o Sancho Bar y Tapas é a pedida na Rua Augusta. O bar nasceu de uma viagem à Espanha e trouxe para São Paulo o hábito de “salir de tapas”: petiscar, beber e prosear em clima descontraído. No cardápio, pintxos, bolinhos de jamón com queijo manchego, arroces cremosos e cocas assadas no forno a lenha de fermentação natural dividem espaço com uma carta de drinks autorais, vinhos espanhóis e o chopp da casa. No fim de semana da Virada, quando a programação do Anhangabaú vai madrugada adentro, o Sancho acompanha o ritmo: abre até as 3h nas sextas e sábados.

Rua Augusta, 1.415, Consolação. Sexta e sábado até 3h.

Por : Paula Carvalho

Fonte : Vogue Brasil

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